Na sociedade atual, vivemos momentos em que a dualidade de ideias, tende a ser cada vez mais forte. Ficamos em dúvida quanto ao uso das novas tecnologias, em que momento usá-las, como usá-las, enfim, qual a sua eficácia para o verdadeiro avanço de aprendizagem do aluno.
Segundo o texto “A sociedade da aprendizagem e o desafio de converter informação em conhecimento”, as tecnologias da informação estão criando novas formas de distribuir socialmente o conhecimento, que estamos apenas começando a vislumbrar, mas que, seguramente, tornam necessárias novas formas de alfabetização. O uso da internet solicita de seus usuários, cada vez mais novas competências cognitivas.
Não cabe mais à educação proporcionar aos alunos conhecimentos como se fossem verdades acabadas, ao contrário, ela deve mediar a construção de seus próprios pontos de vista, suas verdades particulares a partir de tantas verdades parciais, “conhecer e pensar não significa chegar à verdade absolutamente certa, mas sim dialogar com a incerteza”.
Assim, a nova cultura da aprendizagem requer, no mínimo, ensinar aos alunos, a partir das diferentes áreas do currículo, cinco tipos de capacidades para a gestão metacognitiva do conhecimento, a saber: competências para a aquisição de informação, para a interpretação da informação, para a análise da informação, para a compreensão da informação, para a comunicação da informação. Em resumo, na sociedade da aprendizagem, converter esses sistemas culturais de representação em instrumentos de conhecimento requer apropriar-se de novas formas de aprender e de relacionar-se com o conhecimento. Ao professor e às escolas cabem disseminar o uso dos Lieds nas unidades de ensino.
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