segunda-feira, 8 de abril de 2013

Um vazio em cada like




No Facebook e no Instagram acompanhamos o registro de vários acontecimentos na vida dos nossos contatos: festas incríveis, livros de cabeceira ‘cabeçudos’, drinks e jantares elaborados, janelas de avião, céu azul na praia, piqueniques, risadas. Por que tudo isso?

As mídias sociais criaram uma silenciosa e acirrada disputa entre as pessoas para mostrar quem aparenta ter a vida mais bacana. Pensamos que estamos felizes com o que temos até nos depararmos com um update na rede social que sussurra o contrário: você poderia ser mais interessante. Não para você, claro, mas para os outros. De que adianta ser feliz sem platéia? Compartilhar um ideal de vida é a cauda de pavão virtual – e nem sempre corresponde à realidade.

Tudo isso reflete traços profundos emocionais e psicológicos em cada um de nós, interferindo na nossa auto-imagem, auto-estima e também na forma como nos relacionamos. Quando compartilhamos uma foto, um link ou um pensamento nas redes sociais, apresentamos fragmentos daquilo que desejamos que nos defina. Dessa forma, existe a necessidade de aceitação.

Um estudo australiano afirmou que o Facebook alimenta a necessidade de auto-promoção de usuários com característica mais narcisista e extrovertida. Ao mesmo tempo, são os solitários que gastam mais tempo na rede social, como uma forma de interagirem com o mundo. Receber um comentário em um post estimula a auto-estima e também pode aliviar uma solidão. As pessoas esperam ler o quanto ficaram bonitas na nova foto do perfil, como é lindo o lugar em que passaram as férias, ou como elas possuem bom gosto musical.

Porém, na era do imediatismo provido pela mobilidade, cria-se uma angústia e ansiedade por feedbacks – estes que vem em forma de ‘likes’ e comentários. Muito mais que um narcisismo, é a carência e a necessidade de pertencimento. Números que vão crescendo. Refresh. Mais likes. A quantidade torna-se maior que a qualidade, como pequenas manifestações de interesse que tentam preencher algum vazio. Tudo é quantificável.

Pensando em todos estes números angustiantes, o estudante de Novas Mídias da Universidade de Illinois, Benjamin Grosser, desenvolveu o Facebook Demetricator: uma ferramenta que remove os números do seu Facebook. Ao invés de mencionar a quantidade de ‘Likes’, como “7 pessoas curtiram isso”, a ferramenta substitui por “pessoas curtiram isso”. E também não mostra mais quantos amigos a pessoa tem, ela simplesmente tem amigos.

Mais do que canais e aplicativos, as mídias sociais são responsáveis por um novo comportamento social. As emoções humanas foram afetadas muito além do que se imaginaria. Hoje lidamos com quatro grandes esferas emocionais: a exaltação do ego, a necessidade de auto-afirmação, a sensação de pertencimento e a sensação de obrigação. Com isso, vários sentimentos são desenvolvidos de maneira única e desproporcional: frustração, orgulho, inveja, raiva, arrogância, ansiedade, alegria, curiosidade, etc.

Nina.

OBS: Texto retirado do mural do facebook Flavia Martins Gonçalves.

terça-feira, 2 de abril de 2013

O HOMEM E A MULHER

Victor Hugo

O homem é a mais elevada das criaturas;
A mulher é o mais sublime dos ideais.
O homem é o cérebro;
A mulher é o coração.
O cérebro fabrica a luz;
O coração, o AMOR.
A luz fecunda, o amor ressuscita.
O homem é forte pela razão;
A mulher é invencível pelas lágrimas.
A razão convence, as lágrimas comovem.
O homem é capaz de todos os heroísmos;
A mulher, de todos os martírios.
O heroísmo enobrece, o martírio sublima.
O homem é um código;
A mulher é um evangelho.
O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.
O homem é um templo; a mulher é o sacrário.
Ante o templo nos descobrimos;
Ante o sacrário nos ajoelhamos.
O homem pensa; a mulher sonha.
Pensar é ter , no crânio, uma larva;
Sonhar é ter , na fronte, uma auréola.
O homem é um oceano; a mulher é um lago.
O oceano tem a pérola que adorna;
O lago, a poesia que deslumbra.
O homem é a águia que voa;
A mulher é o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço;
Cantar é conquistar a alma.
Enfim, o homem está colocado onde termina a terra;
A mulher, onde começa o céu.
Victor Hugo

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

O AMOR É...


O AMOR É...

O Amor é...

O amor é o início. O amor é o meio. O amor é o fim. O amor faz-te pensar, faz-te sofrer, faz-te agarrar o tempo, faz-te esquecer o tempo. O amor obriga-te a escolher, a separar, a rejeitar. O amor castiga-te. O amor compensa-te. O amor é um prémio e um castigo. O amor fere-te, o amor salva-te, o amor é um farol e um naufrágio. O amor é alegria. O amor é tristeza. É ciúme, orgasmo, êxtase. O nós, o outro, a ciência da vida. 
O amor é um pássaro. Uma armadilha. Uma fraqueza e uma força. 
O amor é uma inquietação, uma esperança, uma certeza, uma dúvida. O amor dá-te asas, o amor derruba-te, o amor assusta-te, o amor promete-te, o amor vinga-te, o amor faz-te feliz. 
O amor é um caos, o amor é uma ordem. O amor é um mágico. E um palhaço. E uma criança. O amor é um prisioneiro. E um guarda. 
Uma sentença. O amor é um guerrilheiro. O amor comanda-te. O amor ordena-te. O amor rouba-te. O amor mata-te. 
O amor lembra-te. O amor esquece-te. O amor respira-te. O amor sufoca-te. O amor é um sucesso. E um fracasso. Uma obsessão. Uma doença. O rasto de um cometa. Um buraco negro. Uma estrela. Um dia azul. Um dia de paz. 
O amor é um pobre. Um pedinte. O amor é um rico. Um hipócrita, um santo. Um herói e um débil. O amor é um nome. É um corpo. Uma luz. Uma cruz. Uma dor. Uma cor. É a pele de um sorriso. 

Joaquim Pessoa, in 'Ano Comum' 

Imagem Google
 
Imagem Google

O amor é o início. O amor é o meio. O Amor é o fim. O amor faz-te pensar, faz-te sofrer, faz-te agarrar o tempo, faz-te esquecer o tempo. O amor obriga-te a escolher, a separar, a rejeitar. O amor castiga-te. O amor compensa-te. O amor é um prémio e um castigo. O amor fere-te, o amor salva-te, o amor é um farol e um naufrágio. O amor é alegria. O amor é tristeza. É ciúme, orgasmo, êxtase. O nós, o outro, a ciência da vida.
O amor é um pássaro. Uma armadilha. Uma fraqueza e uma força.
O amor é uma inquietação, uma esperança, uma certeza, uma dúvida. O amor dá-te asas, o amor derruba-te, o amor assusta-te, o amor promete-te, o amor vinga-te, o amor faz-te feliz.
O amor é um caos, o amor é uma ordem. O amor é um mágico. E um palhaço. E uma criança. O amor é um prisioneiro. E um guarda.
Uma sentença. O amor é um guerrilheiro. O amor comanda-te. O amor ordena-te. O amor rouba-te. O amor mata-te.
O amor lembra-te. O amor esquece-te. O amor respira-te. O amor sufoca-te. O amor é um sucesso. E um fracasso. Uma obsessão. Uma doença. O rasto de um cometa. Um buraco negro. Uma estrela. Um dia azul. Um dia de paz.
O amor é um pobre. Um pedinte. O amor é um rico. Um hipócrita, um santo. Um herói e um débil. O amor é um nome. É um corpo. Uma luz. Uma cruz. Uma dor. Uma cor. É a pele de um sorriso.

Joaquim Pessoa, in 'Ano Comum'

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

"Se eu sou, o jeito é ser."

BOA TARDE, UMA SEMANA MARAVILHOSA E ABENÇOADA!!! ;-)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013


“Eu me impressiono com cada palavra que você me fala, cada sorriso que você me dá, cada abraço que eu recebo, 
a cada carinho que eu ganho, a cada olhar que eu vejo. Não sei como isso é possível. 
Como é possível se apaixonar a cada dia que o sol nasce? Como é possível não conseguir ficar uma hora sem falar com você? 
Sinceramente, quando eu acho que já estou apaixonada, você me conquista mais. E nisso vou ganhando a certeza, de que só quero você. 
De que o tempo que esperei está valendo a pena e de que não me lembro de querer tanto alguém como eu quero você.”

-- Para Sempre Namorados
A psicologia do ódio
A psicologia do ódio


A psicologia do ódio é esta: você queria algo e alguém o impediu de conseguir, alguém surgiu como uma pedra, como um obstáculo.

Toda a sua energia estava sendo dirigida para conseguir algo e alguém bloqueou essa energia. Você não pôde conseguir o que queria.

Agora essa energia frustrada se transforma em ódio, ódio contra a pessoa que destruiu a possibilidade de realização do seu desejo.

Você não pode impedir o ódio, porque o ódio é um subproduto, mas você pode fazer uma coisa a mais para que o subproduto não aconteça de forma alguma.

Na vida, lembre-se de uma coisa: nunca deseje algo tão intensamente como se fosse uma questão de vida ou morte. Seja um pouco brincalhão.

Não estou dizendo para não desejar - porque isso seria uma repressão para você. Estou dizendo: deseje - mas deixe seu desejo ser brincalhão. Se você conseguir isso, bom. Se não conseguir, talvez não fosse a hora certa - veremos da próxima.

Aprenda algo sobre a arte de jogar.


Osho, em "Dinheiro, Trabalho, Espiritualidade



A psicologia do ódio é esta: você queria algo e alguém o impediu de conseguir, alguém surgiu como uma pedra, como um obstáculo.

Toda a sua energia estava sendo dirigida para conseguir algo e alguém bloqueou essa energia. Você não pôde conseguir o que queria.

Agora essa energia frustrada se transforma em ódio, ódio contra a pessoa que destruiu a possibilidade de realização do seu desejo.

Você não pode impedir o ódio, porque o ódio é um subproduto, mas você pode fazer uma coisa a mais para que o subproduto não aconteça de forma alguma.

Na vida, lembre-se de uma coisa: nunca deseje algo tão intensamente como se fosse uma questão de vida ou morte. Seja um pouco brincalhão.

Não estou dizendo para não desejar - porque isso seria uma repressão para você. Estou dizendo: deseje - mas deixe seu desejo ser brincalhão. Se você conseguir isso, bom. Se não conseguir, talvez não fosse a hora certa - veremos da próxima.

Aprenda algo sobre a arte de jogar.


Osho, em "Dinheiro, Trabalho, Espiritualidade

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Sou retincências... (Eliete Oliveira)


Eu  não  sou  linear.  Eu  não  sou  uma  pessoa  terminada.  Eu  não  quero  rótulos  nem  roteiros  prontos;
não existe começo nem fim em mim. Eu vivo mais que existo. Não sou produto, sou só coração. Se
eu fosse me descrever, eu ficaria aqui a vida inteira... Percebe? Eu sei que sim. Eu sou reticências,
sou três pontinhos, nunca um só.
Gabriela Vasconcelos 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

As gavetas da vida



 As gavetas da vida
                Engraçado como a nossa vida se parece com o esvaziar e arrumar de gavetas. Outro dia ao fazer este trabalho analisei que certos objetos guardados cuidadosamente por nós nos “cantinhos” das gavetas, apesar de não usarmos, continuam ali, como se com eles parte de nós, ou de algo vivido por nós também pudesse ser eternamente guardado. Na vida também agimos assim... Quantas pessoas surgem em nossa vida e as mantemos, por certo tempo, em lugar de destaque na nossa convivência, com o passar do tempo, ao reorganizarmos nossas prioridades, muita vezes ditadas pelas circunstâncias a que nos são impostas pelas novas realidades a que vivemos, o lugar de destaque passa a ser de outrem, e o destaque anterior passa a ocupar um dos “cantinhos” que carinhosamente mantemos ali. Até que um dia, num destes esvaziar percebemos que não há mais motivos para guardá-los, e então com sabedoria percebemos que não há como eliminá-los, como fazemos com os objetos, e então, sabiamente arrumamos mais cantinhos, mais “gavetas” são providenciadas, pois ao contrário dos objetos guardados, as pessoas que fizeram parte de nossa existência, por mais distantes que estejam fisicamente de nós, na nossa mente elas permanecem ali, em nosso coração elas são carinhosamente guardadas, pois desta vida o que mais importa é o valor que damos aos momentos intensa e inesquecivelmente vividos. Se as gavetas são esvaziadas para dar lugar a novos objetos, novas aquisições, na vida não é assim, pois as pessoas não podem ser descartadas das nossas vidas, em algum momento elas serão lembradas, seja por um lugar em comum, uma música ouvida, um filme, um cheiro ou em um simples sorriso... e isso acontece mesmo com as pessoas que já nos deixaram para sempre... então antes de virarmos uma lembrança, uma memória na vida de alguém aproveitemos o máximo o lugar de destaque que, em algum momento, vivemos na vida de outros e que outros vivem em nossa vida!!!
                                                             Eliete O. de S. Marzochi

segunda-feira, 16 de julho de 2012

A idade da Loba - Mulheres como mais de 40 anos

O texto mulher madura, mulher com mais de 40 anos fala sobre a maturidade e o poder adquirido com a idade da loba, uma homenagem as mulheres maduras.

A medida que avança a idade, valorizo muito mais as mulheres com mais de 40 anos, e aqui estão algumas razões para isso
Uma mulher com mais de 40, nunca vai te acordar no meio da noite, para perguntar com o que você está sonhando... Simplesmente porque não lhe interessa com o que você está sonhando;
Se uma mulher com mais de 40 anos, não quer assistir um jogo de futebol, ela não fica reclamando e andando em círculos no meio da sala. Ela simplesmente vai fazer algo que ela quer fazer, com grandes chances de ser muito mais interessante;
Uma mulher com mais de 40 se conhece o suficiente para estar segura de si mesma, para saber o que quer, para saber quem quer. São poucas as mulheres com mais de 40 que se importam com o que você pensa delas;
Uma mulher com mais de 40 já tem completa a sua cota de relações "importantes" e "compromissos". A última coisa que quer, na sua vida, é outro amante possessivo;
As mulheres com mais de 40 são superiores. Nunca dão uma baixaria no meio do restaurante. Se você aprontou alguma, ela certamente pode até te acertar um tabefe, mas em regra simplesmente te abandonam e depois não te querem ver nem pintado (por mais que você implore desculpas e diga que está arrependido);
As mulheres com mais de 40 geralmente são muito carinhosas e te elogiam muito. Elas sabem por já terem vivido isso nas relações "importantes" e nos "compromissos" como é desagradável que a pessoa de quem gostamos não seja carinhosa e cuidadosa;
As mulheres com mais de 40 tem segurança o suficiente para te apresentar as suas amigas. Uma mulher mais jovem, quando está com você, pode ignorar a existência da sua melhor amiga;
As mulheres com mais de 40, independentemente da sua área de atuação, acaba se tornando meio psicóloga: você não precisa confessar os seus pecados, porque elas sempre sabem;
Uma mulher com mais de 40 fica absolutamente linda com um batom vermelho;
Uma mulher com mais de 40 é honesta e direta: lhe dirá que você é um completo imbecil, se pensar mesmo isso de você;
Há muitas coisas legais para dizer das mulheres com mais de 40 e pelas razões mais diferentes. Mas lamentavelmente isso não é recíproco: porque para cada mulher com mais de 40, inteligente, bem sucedida, atraente, charmosa, bonita e sexy tem um homem com mais de 40, gordo, largado, se achando e com uma mulher de 20 do lado dele.
É incrível ver como os homens se enganam com as mulheres mais novas. Se cada homem soubesse aproveitar a mulher de mais de 40 anos que está ao seu lado, ele saberia a diferença entre a beleza física e a sabedoria madura.
Se você tiver uma mulher de mais de 40 anos ao seu lado, usufrua dela enquanto puder pois estará usufruindo do que a vida tem de mais belo.
Se você tiver uma mulher que ama, envie essa mensagem de feliz dia da mulher.

Video Mulher com mais de 40 anos